INGERÊNCIA – Mesmo durante o recesso da Câmara Municipal, os bastidores estiveram quentes nesta semana. Um clima de insegurança entre os assessores ficou mais tenso depois do afastamento de Carlos Rodrigues, assessor da vereadora Dayane Amaro Costa (PDT). Segundo os rumores, enviados do Gabinete do Prefeito estariam incumbidos de levar recados para os vereadores da situação, fazendo cobranças de compromissos eleitorais.
POLÊMICA – No Facebook, um assunto dominou esta semana. O jornalista Mauro de Campos Adorno Filho, um dos principais coordenadores da campanha de Dayane Amaro, rompeu publicamente com a vereadora, depois da votação dos projetos mais polêmicos, especialmente o da privatização do Saae.
LIDERANÇA –Depois da intensa disputa pela presidência do diretório local do PT, o vereador Waldemar Marcurio Filho, derrotado na eleição da sigla, foi afastado da condição de líder da bancada na Câmara, acusado de ter desrespeitado as normas estatutárias do partido, de ter votado em projetos de lei “imorais e ilegais” do governo Stupp e “manifestado e praticado atos contrários aos movimentos sociais”. Foi também citada a fiscalização do Ministério Público do Trabalho que constatou a contratação de trabalhadores e as condições degradantes, por parte do vereador. Agora, começa a correr o relógio para o processo de expulsão de Ney do PT.
NÃO SABE – A respeito da redução na jornada de trabalho dos professores da rede municipal em sala de aula, o advogado do Sindicato dos Servidores Públicos de Mogi Mirim (Sinsep), Valdir Pais, disse desconhecer a forma como a modificação será feita. Segundo ele, nenhum acordo foi fechado entre a Prefeitura e o Sindicato e ele garante estar estudando as alterações na lei para verificar se servidores serão atendidos. Porém, de outro lado, a Prefeitura garante ter convidado o Sinsep para integrar a comissão que estudou a alteração, mas que nem sempre o Sindicato marcou presença nas discussões.