quinta-feira, abril 3, 2025
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De Mogi Mirim para o Sambódromo de SP, dançarinos estiveram na avenida

O Carnaval passou voando. Teve quem participou do retorno das atividades carnavalescas em Mogi Mirim, se deliciando com banda e até trio elétrico, outros preferiram sair da cidade para curtir o clima de calmaria em outros pontos, teve quem dormiu, quem preferiu série e pipoca todos os dias, mas teve também quem foi para a avenida e, neste caso, estamos falando do sambódromo mesmo. Aquele que passa na televisão e tudo! No Anhembi, que é o Sambódromo de São Paulo, estiveram presentes diversos dançarinos de Mogi Mirim e região, que foram para compor alas das escolas. Eles marcaram presença no ano passado em três escolas de samba e, em 2018, não ficaram de fora. Participaram de dois desfiles: o da escola de samba Independente Tricolor e a Nenê de Vila Matilde.

 
Quem coordenou a equipe que foi para o desfile foi o coreógrafo e dançarino Will de Paula, que pelo segundo ano foi convidado pelo também coreógrafo Ricardo Dias de Santos. Will foi convidado por Ricardo para compor um grupo com dançarinos interessados em participar de uma ala coreografada para a escola Independente Tricolor. Um grupo elaborado por Will havia participado do desfile da escola no ano passado.
“Como é muito organizada, os ensaios da coreografia começaram em outubro. O coreógrafo Ricardo vinha até Mogi Mirim para ensaiar a equipe de bailarinos e, depois de bem ensaiado, a escola levou todo o grupo para um ensaio na quadra e também levou para os ensaios técnicos no sambódromo, que aconteceram duas vezes. Além disso, ensaios extras foram marcados para que toda a ala estivesse perfeitamente sincronizada. Os ensaios técnicos exigiram muita condição física, pois no Carnaval é preciso cantar e dançar ao mesmo tempo, e deu tudo certo”, explicou Will de Paula.
O desfile da Independente Tricolor, que acabou tendo problemas em um de seus carros, ocorreu na sexta-feira. Ela foi a primeira escola a abrir o Carnaval de São Paulo, com o enredo “Em carta luz, câmera e terror”, que contou a história de famosos vilões, que assustaram muitas pessoas nas telonas dos cinemas, como Jason Voorhees, Chuck, Freddy Krueger, etc.
A equipe de dançarinos de Mogi Mirim e região, composta por 16 integrantes, compôs a ala chamada Fábrica dos Mortos Vivos. Participaram da ala os bailarinos Andreia Toma, Amanda Prado, Bartira Santos, Gustavo Saglia, Jeferson Rosseto, Jessica Castro, Lycia Piovani, Nathalia Pierri, Robson Gabriel, Richard Silva, Sandra Vicente, Vanessa Garcia, Walter Almeida, Well Solano, Welligton Bispo e Will de Paula.
Já no domingo, alguns bailarinos ainda participaram do desfile da escola de samba Nenê de Vila Matilde, que teve como enredo “A epopeia de uma deusa africana”. Os bailarinos, que eram somente de Mogi Mirim, neste caso, se dividiram em duas alas. Da ala Negros e Índios – O encontro de duas nações, participaram os dançarinos: Gustavo Saglia, Jeferson Rosseto, Robson Gabriel, Walter Almeida, Well Solano, Wellington Bispo e Will de Paula. Da ala Comunidade Umbanda Brasileira fizeram parte: Elisandra Prete, Jheniffer Helena, Maisa Rangel, Nathalia Pierri, Regina Patrocínio, Thais Helena, Sandra Vicente e Walquiria Rico.
Para o ano que vem, a intenção é repetir a dose (ou as doses) de samba no pé, conforme destacou Will de Paula.

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